Deixe aqui seu relato

Roberto já estava no banho e Fabiana entrou junto, e Patrícia ficou lo lado de fora conversando com eles como quem bate papo numa praça. Reclamou que não tiha dormido nada, e agora estava cheia de tesão.

Quando me viu falou

--“vem, amor. Eu também preciso dar”,

Me puxou pra sala, arrancou minha cueca, e começou um boquete. Finalmente eu também estava pelado nessa bagunça. Joguei a calcinha pro lado e comecei a chupá-la também, e logo estávamos num 69. Não tirei nenhuma roupa dela, pra não mostrar tudo quando eles chegassem. Chegaram e ficaram no sofá nos olhando, e eu gosto de chupar, então chupei muito,e fabiana finalmente pode ver meu pau entre uma bocada e outra da Patrícia. Os dois estavam de toalha, sem nada por baixo. Roberto mui amigo meu, ficava incentivando

>“isso aí garanhão, sua vez de comer essa gata”, e ria.

Na posição em que estávamos no 69, eu estava embaixo da Patrícia, e ela de frente para o sofá onde eles estavam, pois os colchonetes estavam encostados no sofá. Roberto saiu de onde estava, e sentou exatamente em frente dela com as pernas abertas. A toalha dele não cobria mais nada. Eu debaixo da Patrícia só via as pernas dele do lado dos braços dela. De vez em quando Patrícia levantava a cabeça e ficava de frente à rola mole do Roberto. Do jeito que ela estava excitada, eu ficava imaginando a troca de olhares entre os 3. Daí ele aproveitou pra ficar fazendo carinho nas costas e cabelos dela. Ela se virou pra mim deixando a visão da bunda dela ainda tampada pela calcinha pro Beto.

Puxei de novo a calcinha dela pro lado (lembrando que a calcinha era de nylon, bem fininha, que não machuca mesmo se ficar arrastando) e ela sentou me cavalgando. Depois curvou o corpo pra mim e Beto finalmente deve ter visto meu pau entrando e saindo na buceta dela, daí Pat disse:

--“amor, quero tirar a camisola”

-“tudo bem, pode tirar”

Pat ergueu o corpo, virou de frente pro Beto, jogou as tirinhas da camisola pro lado e foi deixando cair enquanto pulava em cima de mim. Quando a camisola terminou de cair revelando os seios, ela parou de pular. Ficou rebolando na minha pica com o corpo ereto olhando pra ele. Vi bem a cara dele vendo os peitos dela pela primeira vez. É meu amigo mas já deve ter imaginado muito os peitos dela dentro dos tops que ela usa. Agora estava ali, tamanho, formato, cor dos bicos... Ele só não pegou em respeito a mim, por que pela Pat poderia até chupar se quisesse.

--“amor, vou gozar. Me come de 4”, e caiu pra frente apoiada nos joelhos e braços,ficando com a cabeça na altura do sofá onde ele estava de frente a ela. Tirei minhas pernas debaixo dela e fui pra trás, de joelhos no colchonete e comecei a bombar. Beto ficou fazendo carinho nos cabelos dela e olhando pra mim, incentivando:

“vai Julio, mete nessa gostosa”, e olhando pra ela “vai gostosa, rebola no pau do Julio”

Patrícia gozou, caindo no chão de bunda pra cima. Fui pro lado dela e ficamos nos beijando. Beto passou a mão na minha cabeça, parabenizando como se eu tivesse feito um gol. Patrícia logo se recuperou, abriu as pernas com a bunda pra cima e me chamou. Comecei a meter novamente com ela deitada no colchonete. Depois Patrícia deitou de lado com as pernas agachadas, e meti de lado nela. Adoro essa posição. Depois ficou de 4 novamente, com o corpo apoiado sobre o sofá. Roberto, que estava abraçado com a Fabi vendo a foda, se aproximou novamente, de pau duro, abriu as pernas, deixando a Pat no meio delas, e ficou acariciando os cabelos, rosto, costas, na esperança dela ir de encontro ao pau dele, aproximou mais, arrastou o pau no rosto dela mas não teve jeito. Por mais que eu estivesse excitado, e talvez eu nem reagiria se ela fosse, me senti bem com a resistência dela, pelo menos por enquanto.

Ficou claro que ela não queria contato com o pau do Beto. Ele se aproximou o quanto pode, passou o pau nos cabelos, eu via tudo, Patrícia deixava ele arrastar a pica, mas não levava as mãos ou a boca. Então puxei a Pat pro colchonete, a deitei de barriga pra cima, abri as pernas dela e falei que não estava aguentando mais de vontade de gozar. Ela falou:

--“goza gostoso na sua putinha, meu macho”.

Tirei o pau e gozei na calcinha, na barriga, na camisola. Lambuzei tudo.

Roberto elogiava nossa performance e enquanto dizíamos coisas como “que loucura isso tudo, etc”. Fabiana, muito safada, reclamou que gozei na camisola dela, e pediu a Patrícia pra tirar. Como a calcinha estava gozada também, Patrícia tirou tudo e ficou pelada, e ficou deitada de barriga pra cima e virou de lado pra eles. Fabiana já sem toalha, pelada, pegou a camisola e começou a limpar meu gozo sobre a barriga e peitos da Patrícia, e ao passar a mão sobre os peitos, falou

>>“que peitos durinhos, amiga. Você já pegou neles, amor?” Roberto riu, olhou pra mim e falou

>”Não, o Julio nunca deixou”.

>>”vem aqui pra ver. Você deixa, né Julio”, sorrindo pra mim.

Minha última esperança seria a Patrícia negar, mas ela fez como se não fosse com ela. Roberto muito pra frente, chegou perto, apertou, beliscou os mamilos e olhando pra mim, com um sorriso de quem prova a textura de uma manga na quitanda e dá os parabéns ao vendedor. Falou

>“é verdade, meu amigo tá bem de namorada”. Patrícia riu e eu sorri como quem diz putz, fudeu tudo mesmo.

Levantei e fui me lavar e chamei Patrícia. No banheiro falei

-“amor, foi delicioso, mas será que não estamos exagerando? o Beto já tá pegando nos seus peitos, e você pegando no pau dele...”.

--“Julio, você deixou ele pegar nos meus peitos, e eu não peguei no pau dele”

-“na hora que ele tirou o pau do cu da fabiana, seu dedo ficou encostando”.

Com a personalidade que lhe é peculiar, falou

--“Julio, eu não vou fazer nada que você proibir. Se você não estiver a fim é só falar que eu paro. Tudo que fiz até agora foi por que você deixou.”

Tentei dar uma engrossada, mas a Pat é foda

-“eu deixei ou você quis?”

--“os dois amor, mas agora a minha vontade era segurar o pau do Beto enquanto você me comia. Me segurei pra não chupar o pau dele, por que não sabia se você ia gostar. Amor, ou a gente volta ali e se diverte com eles, ou vai embora, por que eles vão continuar se divertindo com a gente ou não”.

É, amigos, ela entrou de sola. Minha memória RAM não estava processando as informações. Tive que recuar:

-“não quero ir embora. Só não quero fazer nada que atrapalhe nosso relacionamento”

Patrícia me abraçou carinhosa

--“eu te amo, você é a minha vida. Beto é seu amigo e a Fabi é nossa amiga também. Ninguém vai estragar o nosso relacionamento”

Ouvir isso dela foi muito importante, e o assunto acabou com um beijo.

Quando voltamos de toalha os dois estavam pelados no sofá, se beijando, Roberto com o pau em meia bomba. Sentamos no colchonete. Fabiana elogiou os seios dela e perguntou se tinha alguma receita pra ficarem durinhos. Patrícia baixou a toalha exibindo os peitos e disse que por serem menores que os da Fabiana, era mais fácil ficarem mais firmes, mas que ela tinha seios muito bonitos, e disse

--“não é amor?”. Eu disse

-“claro, são lindos também.”

Patrícia ficou de joelhos e a toalha caiu deixando-a nua. Foi lá pegar nos seios da Fabiana

--“vem cá amor, sentir os peitos dela também. Pode, Beto?”.

>”claro, vem cá amigão sentir esse peito delicioso”.

Ri e fui. Roberto pegou em baixo do peito, levantando e falou

>”sente o peso da responsabilidade” e morria de rir.

Fui pegando no outro, daí ele me chamou pra sentir o gosto, e já foi com a boca num mamilo. Fui chupar o outro. Fabiana olhava pra mim sorrindo com cara de desejo.

-“delícia hein Beto. Tá de parabéns também, pelos peitos e pela periquita carnuda que ela tem”. Roberto já falou

>“meu amigo, isso aqui não é piriquita não”, e rindo olhando pra mim abriu as pernas dela na minha direção e disse “isso aqui é a melhor buceta da praça” e os dois cairam na risada.

Nossa, agora sim eu vi de frente, fiquei vidrado com aquele clitóris pra frente, carnudo. Por isso ficava aquele volumão na calcinha. Patrícia me abraçou por trás, provavelmente feliz por eu ter entrado na brincadeira, e falou:

--“gente nós estamos pra frente demais mesmo hein”.

Como estávamos batendo papo, eu disse que Patrícia, quando viu o pau do Roberto duro no banheiro, achou que machucava a Fabiana. Fabiana respondeu que no início ele tinha que ter cuidado, principalmente no anal, mas que com o tempo acostuma e só doi na entrada, e pegando no pau dele mole falou:

>>“Patrícia, eu preciso de duas mãos pra abraçar o pau dele por que é muito grosso”.

Patrícia achou que era mentira, que uma mão só abraçava o pau (mas nem o meu pau ela abraça só com uma mão. Apenas nunca tinha tentado pra saber). Fabiana falou:

>>”agora não dá por que não está duro, mas daqui a pouco você vai ver” e começou a passar a mão no pau dele. “Vem aqui perto pra ver”.

Patrícia estava no colchonete comigo. Se posicionou ajoelhada ao lado das pernas do Roberto, encostando o abdome e deixando seus seis repousando sobre a coxa deleas dele. Ele deitou pra trás, ficando só com a cabeça mais alta recostada no sofá. Eu no colchonete via Fabiana deitada ao lado dele, bolinando o pau, que ia dando sinal de vida, e Roberto falou pra Patrícia:

>“passa a mão nele de novo”. Ela olhou pra ele e disse

--“eu não passei a mão, você que ficou roçando seu piru em mim”.

Ela pegou a ponta de um dedo e ficou passando no pau dele, pra cima e pra baixo rindo pra ele, e olhando pra mim disse

--“foi isso que aconteceu”, e completou “vem cá amor também”, e eu falei

-“pode ficar aí”.

Ela sentiu que a conversa no banheiro fez efeito, e que eu estava aprovando a brincadeira. Fabiana falou:

>>“sente como ele é quente”.

Patrícia colocou as costas da mão no pau dele, e rindo pra ele e pra Fabiana falou que eu também sou quente, e a parte mais quente é meu saco, que é quente e durinho (enfim um elogio). Roberto pegou a mão dela e colocou no saco, e ela disse ahh, vocês homens todos tem saco quente. O pau dele já estava ficando duro, e Fabiana falou

>>“me ajuda agora a abraçar o pau dele”.

Colocou uma mão, sobrando um espaço grande pra fechar os dedos, daí patrícia colocou a mão do outro lado do pau sobre a mão da Fabiana, praticamente sem encostar no pau, Fabiana começou um movimento muito lento de punheta, e Patrícia ficou com a mão de cima da mão da Fabiana, como se estivesse ajudando a punheta. O pau ficou todo duro, e Patrícia constatou a medição do perímetro dizendo

--“é, é grosso mesmo”.

Fabiana colocou a outra mão no pau dele, e falou

>>“é grande também, cabem duas mãos”.

E habilmente tirou a mão de baixo da mão da Patrícia, que enfim abraçou o pau com a mão, acompanhando o movimento de punheta bem lento e sem pressão que a Fabiana fazia. Eu estava hipnotizado com a cena, meu pau já estava duro de novo. Roberto olhou pra mim e falou

>>“senta aqui do meu lado, amigão, vem experimentar essa sensação gostosa também”.

Sentei do lado dele. A diferença de tamanho é grande, mas como já disse meu pau tá longe de ser pequeno. Patrícia saiu das pernas do Beto e veio pro meio das minhas, e ao invés de punhetar ficou chupando a cabeça. Roberto levantou dando espaço pra Fabiana chegar mais perto de mim. Ela pegou na base do meu pau e ficou sentindo ele, apertando, mexendo devagar e rindo pra mim. No final das contas eu me senti bem, em iguais condições com meu amigo. Fabiana logo voltou pro Roberto, que estava só, e começaram as preliminares pois o Beto não tinha gozado ainda.

Continua...

Vivia um grande momento de crise em minha vida, apesar de que a parte financeira só melhorava. Em 2011, aos 27 anos, estava mergulhado em duas vidas, a primeira noturna e com muita bebida e a segunda era encarar um trabalho árduo e burocrático durante o dia. As amizades superficiais de trabalho em nada me ajudavam.

Apesar de estar mergulhado em um sedentarismo destrutivo, eu não tinha a aparência de homem gordo, os ternos e as roupas de trabalho me deixavam elegante, pelo menos isso é o que eu achava.

Anos antes de começar a trabalhar, era corredor profissional, corria inclusive meia-maratonas, esse vigor físico tinha sido invadido e dilacerado pela bebida. Era noivo, mas o trabalho, as viagens e a minha falta de dedicação ao relacionamento unido com o conformismo da minha ex-noiva me deixavam em um relacionamento sem nenhuma profundidade.

Muitas vezes gostava de frequentar puteiros de luxo com os amigos de trabalho, ali era um local onde bebíamos, pagávamos strippers e se rolasse interesse pagávamos mulheres.

Certa vez o grupo de trabalho estava implantando processos corporativos em uma empresa em Porto Alegre. Todos os colegas decidiram ir a uma boate de sertanejo, já eu, preferi ficar em casa. Mais tarde peguei o carro e comecei a rodar sozinho pela cidade, tinha como companheiro apenas o GPS. Uma hora as luzes de um puteiro começaram e me chamar a atenção, estacionei o carro e entrei. Lá dentro, comecei a tomar whisky e curtir aquele som de péssima qualidade, nenhuma garota me chamava a atenção. Certa hora comecei a olhar uma menina, ela era branquinha como um floco de neve, era magra e naturalmente bonita, estava na flor da idade. Os cabelos eram longos e lisos até a cintura. Chamei-a para conversar e ela imediatamente pediu uma dose de whisky. Perguntei algumas bobagens, mas ela cortou logo o assunto:

– Faço programa e custa duzentos reais.

– Eu quero apenas conversar – eu disse.

– Meu tempo é dinheiro.

Eu não estava no clima de querer transar com ninguém, mas algo me atraía naquela garota e de certa forma eu não queria pagar, queria ter o gosto da conquista. Topei pagar os duzentos reais, mas inicialmente sem interesse de sexo. Chegando no quarto ela começou a tirar a roupa, mas eu lhe interrompi e lhe disse que só queria conversar, ela riu ironicamente, mas parou de tirar a roupa.

– Tenho uma hora paga, podemos conversar.

Escrevendo agora, alguns anos depois, percebo como estava carente de atenção.

– O que faz aqui menina? É jovem e bonita, não deveria estar nessa vida.

– E você, o que faz aqui? É jovem e educado, não precisa estar pagando garotas.

– Não sei..

– Já eu, estou aqui para ganhar dinheiro – respondeu ela.

Eu apenas a olhei, mas olhei com sinceridade, então ela começou a conversar:

– Tenho dezenove anos, minha família não sabe que faço programas, só desconfia e eu digo que faço eventos. Eu não sei quem é meu pai, ele comeu a minha mãe e sumiu no mundo. Tenho uma vida triste, sabia? Aqui é como se me desligasse do mundo, posso dançar, ganhar dinheiro, às vezes aparecem homem bonitos, orgias, experiências. Tem o lado ruim, há homens que acabam com a gente, te comem de uma maneira tão animal… às vezes me sinto um lixo. A verdade é que eu não sei, só sei que estou ganhando dinheiro.

Continuei olhando, ela se aproximou de mim e me deu um beijo. Na boca! Foi um dos beijos mais maravilhosos que me aconteceram na vida, era sincero… então naturalmente começamos a nos despir. A cada peça de roupa tirada havia grande troca de caricias, há tempos eu não sabia o que era um sexo tão gostoso e verdadeiro como aquele. A hora passou, peguei seu telefone, ela me disse que seu nome era Valéria. Voltei a ganhar as ruas nas noites frias de POA.

Três dias se passaram e eu não podia acreditar que não parava de pensar em uma garota de programa. A previsão para estar no Rio Grande do Sul era de apenas mais quinze dias. Em um dos dias da semana, no meio da noite, resolvi ligar, ela me disse que estava no mesmo local e me convidou para um novo programa. Quando cheguei na porta do puteiro, lhe orientei a sair para que pudéssemos conversar, ela saiu e me perguntou o que eu queria.

– Sair para jantar – respondi.

– Saídas, noitadas, jantares são trezentos reais.

– Não quero lhe pagar mais nada, quero você como mulher, se quiser entrar, seja bem vinda. Se não, vou embora.

Ela pediu que aguardasse e voltou.

– Vamos – disse ela, em tom imperativo.

A partir desse dia passei a viver intensas noitadas acompanhado de Valéria, íamos a boates, restaurantes, cinema, etc. Fazíamos sexo em todos os lugares: estacionamentos, motel, na rua, em estradas desertas… era um ritmo intenso. Ela não deixou de fazer programas, os fazia durante o dia e dizia que tinha que ganhar dinheiro. Meu trabalho se tornou mais árduo ainda, pois eu sempre andava de ressaca e cansado, mas tinha habilidade em manter bom relacionamento comercial com os clientes… e era tão repetitivo de certa forma, que não tinha dificuldades em desempenhá-lo com facilidade.

O dia de voltar a São Paulo tinha chegando. Valéria me ligou e me disse que viria ao meu apartamento (tipo Kitinete alugado). Quando ela entrou, estava com uma pequena mala nas mãos e me disse:

– Para onde você for, eu vou. Arrisco tudo, que dê certo, errado. Tudo.

Eu fiquei sem reação, gaguejei um pouco, ela percebeu a minha insegurança e disse:

– Tudo bem, já entendi. Vou embora.

Pegou sua pequena mala e se foi. Eu fiquei sem reação no sofá, não fiz nada. Peguei meu voo de volta. No meu retorno meu noivado entrou em crise definitiva e se acabou. Fiquei um tempo na sede da empresa em São Paulo, em torno de quatro meses creio. Certo dia Valéria me mandou uma mensagem: “A partir de hoje não existo mais, estou partindo para uma nova vida, seja feliz, desejo tudo de bom na sua vida“. Eu lhe respondi: “Obrigado, desejo toda a felicidade a você também“.

Dois dias depois, resolvi ligar e me puni por ter mandando apenas uma mensagem. Quando liguei, fui informado de que aquele número não existia. Procurei um cartão que ela me deu no primeiro encontro e localizei seu e-mail, lhe mandei um e-mail mas a mensagem retornou dizendo que aquele e-mail não existia.

Poucos meses depois, pedi demissão da empresa, o último pedido do meu chefe foi que eu fizesse uma viagem ao Rio Grande do Sul e resolvesse algumas pendências que por ali ficaram. Fui até o puteiro para ver se localizava algumas de suas amigas presentes no primeiro encontro. Falei com algumas e lhes perguntei por “Valéria”, falei com a gerente do local, mas ninguém sabia quem era Valéria. Mostrei o cartão dela, mas todas diziam que por esse nome falso era impossível. Fui embora, fiquei um tempo desempregado, pensando na vida, reestruturando a nova maneira de amar a próxima mulher da minha vida, saber lidar melhor com o trabalho e com os sonhos.

Os anos se passaram… Para mim ela foi importante e muito especial, espero ter tido o mesmo efeito em sua vida…

Relato real de um colaborador anônimo.

Minha história, começa em abril de 2000, quando num desespero financeiro eu decidi que viraria garota de programa. Comprei um jornal, e lá encontrei um anúncio que estavam recrutando moças para serem garotas de programa na Rua Augusta, uma rua de prostituição em SP. Eu fui ate o endereço indicado, e conheci uma moça que me disse que eu começaria naquele mesmo dia, me pediu que eu fosse pra casa, me arrumasse e a encontrasse as 20:00 para juntas chegarmos a Rua Augusta. Era um sábado,  estava calor, e meu coração estava quase saindo pela boca. Eu estava desesperada com aquela situação, o medo era enorme, pois eu nunca havia feito aquilo e naquele momento eu já não sabia mais se queria fazer, mas o meu problema financeiro era bem grande, então fechei os olhos e entrei em uma boate com ela.
Estava tudo escuro, as luzes coloridas afetavam minhas vistas e logo na entrada sem olhar para os lados eu peguei na mão dele. Ele segurou firme a minha mão. Já estava de saída com os amigos, mas ele simplesmente voltou e pediu para que subíssemos para o quarto. Juro que naquele momento ao seu lado eu não senti medo, sentia-me segura, subimos, era meu primeiro programa, e tudo foi como se já nos conhecêssemos há anos. Parecia que éramos namorados, não sei explicar. Ele me perguntou o que estava fazendo naquela boate, com apenas 18 anos e ele com 32. Disse da minha divida e imediatamente ele se propôs a pagar, para que eu não voltasse mais lá. Naquela noite ficamos juntos, ele pagou a boate por ter passado a noite comigo, e me deixou seu telefone.
Passávamos horas conversando como se não tivesse havido nada de incomum em nosso primeiro encontro. Logo ele me disse que era casado e, sinceramente, não me importei. Afinal, me dava muita atenção, foi ate em casa, conheceu meus pais, pagou minha dívida, me fez voltar a estudar e por fim se separou da esposa. Fomos até a Aparecida do Norte agradecer por estarmos juntos, ficamos durante um ano muito bem e, numa briguinha corriqueira, ele sofreu um acidente de moto.
Quase enlouqueci. Lembro que naquela ocasião fiquei com ele no hospital, dei banho, corri para todos os cantos e no dia da sua alta, foi uma grande alegria. Era um sábado, o dia estava lindo. Fomos para a casa da mãe dele e passamos o dia lá. Ele ainda estava convalescendo  e então, à noite, fui embora. Durante dias eu ia pra casa da mãe dele passar os dias e, num desses dias, ele ainda estava dormindo. Fiquei na sala com seu sobrinho e ele me disse que a tia dele estava passando as noites lá. Fiquei louca de raiva, chorei, briguei e fui embora.
Nesse dia acabou tudo, nos nos separamos, ele voltou para a ex mulher, e de vez em quando conversamos por telefone ou e-mail. O tempo foi passando, ela engravidou, e fui me afastando. Passados oito anos e a gente se reencontrou, em 2012. Era 15 de outubro e passamos a tarde juntos. Fizemos juras de amor e ele me pediu que o esperasse, que esperasse seus filhos (hoje dois)  crescessem. Prometi que sim. Ficamos por 5 meses juntos, até que em março de 2013 ele disse que não queria mais. Ele fala que somos almas gêmeas, porém não tem paz, se estamos juntos ele não tem paz. Isto porque, quando vamos cada um pra sua casa ou quando estamos separados, ele não tem paz.
Sei que nos amamos muito, sei também que não vamos ficar juntos, não nessa vida... Sofro, choro. Às vezes me sinto incapaz de fazer as coisas sozinha, mas sei que devo caminhar. Às vezes penso que as coisas poderiam ser mais depressa, tipo a morte, mas não sou eu quem decide isso. Em algum lugar, algum dia. sei que estaremos juntos...
Eu o amo com toda a minha alma, e sei que é recíproco...

Depoimento anônimo

Não diferentemente do que como acontece com os homens, as frases de sacanagem picantes e mais ousadas podem excitar a mulher. Mas é preciso muita cautela e intimidade para se certificar de que determinados elogios não ofendem sua parceira. Existem mulheres que têm muito mais pudores e morais reprimidos os quais podem levar à gafe total o recebimento de um elogio ou ouvir uma frase picante na hora do sexo. Por isso homens, conheçam a sua parceira e aprendam a valorizar o que elas precisam que seja valorizado.

Coisas que as mulheres gostam de ouvir:

As mulheres gostam de ouvir que são perfeitas. Você pode enlouquecer uma mulher na cama se souber montar um pedestal para ela. Poucas palavras e olhares profundos podem fazer uma mulher se sentir única e querer compartilhar um super orgasmo com você. Saiba fazer ela se sentir a parceira ideal.

Mulheres gostam de se sentir no comando da transa, existem mulheres que apreciam o exercício de dominar um homem na cama, esse tipo de mulher fica excitada ao perceber que o seu parceiro apresenta algum tipo de fragilidade para com a presença dela. Frases curtas usando verbos permissivos ( como se você realmente estivesse pedindo permissão) podem excitar a mulher dominadora. Ex.: “Posso?” “Deixa eu..”

Frases que alimentam o ego sobre o físico da mulher devem ser usadas com cautela pois dependendo da situação e dependendo do nível de autoconfiança da mulher, uma frase que se refere ao “bumbum “dela pode fazer ela ficar acoada e tímida. Procure saber o que ela gosta no próprio corpo e exalte essa qualidade.

Uma boa dica é falar do cheiro dela, mulheres adoram se sentir cheirosas e atraentes. Não economize tempo ao cheirar o pescoço dela e o resto do corpo também. Isso vai fazer sua parceira se sentir a flor mais bonita do jardim.

Com relação aos palavrões e palavras não polidas, tenha cuidado para não chamar de “puta” uma mulher que esteja esperando ser chamada de “princesa” e vice versa. A não identificação do personagem que esta atuando na sua cama, pode gerar um grave desconforto. Tenha sempre certeza se você esta transando com uma mulher que fantasia a promiscuidade ou com uma mulher que fantasia um conto de fadas.

Confira uma lista com 25 Frases picantes que um homem pode falar para uma mulher

1.“Transar com você é uma delícia!”

2.“Nunca meti tão gostoso!”

3.“Adoro meter em você!”

4.“Transar com você é a melhor coisa do mundo porque você é bem apertadinha”

5.“Deixa eu enfiar gostoso, deixa?”

6.“Posso ser seu objeto sexual”.

7.“Que o seio perfeito!”

8.“Que barriga perfeita!”

9.“Pqp…Que bunda gostosa!”

10.“Humm..que cheiro delicioso!”

11.“Olha pra mim, olha”.

12. ”Vou te chupar todinha”

13.“Quero lamber os seus seios”

14.“Vou enfiar meu pau em você, você gosta?”

15.“Você esta quentinha..humm…”

16.“Goza pra mim, goza safada”

17.“Isso, mexe e rebola esse bumbum lindo…”

18.“Como você é perfeita”

19.“Eu te amo” e “Você é linda” nunca é demais.

20.“Vem danadinha, sobe em cima de mim”

21.“Sempre morri de tesão em você”

22.“Abre a boquinha, abre…”( danada, princesa, cachorra, bebê… depende do adjetivo que ela gosta)

23.“Vai gostosa, desse jeito, goza pra eu ver!”

24.“Noooossaa! toda molhadinha! Delicia… (nessa hora faça cara de estasiado)

25.“Não aguento mais de tesão, posso gozar?”

 

Agora é só relaxar e aproveitar o momento!

 

fonte: doutissima.com.br

Masturbação

masturbação é o acto da estimulação dos órgãos genitais, manualmente ou por meio de objectos, com o objectivo de obter prazer sexual, seguido ou não de orgasmo, sendo uma prática sexual não-penetrativa. Podendo ser autoaplicada, quando o que promove a estimulação é o mesmo que a recebe ou pode ser aplicada a uma pessoa diferente, quando o que promove a estimulação o promove em outro. O termo foi usado pela primeira vez pelo médico inglês e fundador da psicologia sexual, Dr. Havelock Ellis, em 1898. Foi formado pela junção de duas palavras latinas manus, que significa "mãos", e turbari, que significa "esfregar", com o significado de "esfregar com as mãos". A masturbação é observada em muitas espécies de mamíferos, especialmente nos grandes primatas. Na espécie humana, a masturbação é comum em ambos os sexos e em uma larga faixa etária, iniciando-se no início da puberdade, ou, segundo alguns, ainda durante a infância - mas sem a carga erótica nesta fase. O acto da masturbação é socialmente condenável em algumas culturas, embora não seja uma doença e nem cause doenças.
Masturbação Masculina
Existem variações sobre masturbação, que depende de vários fatores, e cada técnica é individual. A maioria dos homens se masturbam ao agarrar o pênis com a mão, passando de cima para baixo ou de trás para a frente, dependendo da posição do indivíduo. Outros, que não utilizem todo o lado aderência, pressionam a região do frenulum entre os dedos indicador e medio e o polegar pelo outro lado. Outra técnica é usar duas mãos sobre o pênis, enquanto uma só esfrega seu pênis com um lado e outra estimula os testículos ou mamilos, entre outras partes do corpo. Os homens não circuncidados, normalmente, não requerem o uso de lubrificantes, uma vez que o prepúcio atenua os efeitos da fricção direta sozinho. Embora esse sentimento é usado para adicionar à sua atividade. O uso de lubrificantes é mais comum entre os homens que têm pênis circuncidado, a fim de facilitar o deslizamento da mão sobre a glande. Existem aparelhos mecânicos e elétricos para os homens se masturbarem, como bonecas infláveis, vaginas artificiais, bombas de vácuo, etc. Homens também podem utilizar vibradores, concentrando a sua atividade na região do frenulum.
Masturbação Feminina
A técnicas de masturbação feminina (imagem) constitui que a mulher pressione e/ou esfregue sua vulva, especialmente o clítoris, com o seu dedo indicador e/ ou dedo médio. Às vezes, um ou mais dedos podem ser inseridos na vagina para promover a estimulação interna. A masturbação pode ser auxiliada com um vibradordildo ou bolas Ben-wa, que também pode ser usado para estimular a vagina e o clitóris. No caso da masturbação praticada pelas mulheres quase sempre predominou uma maior repressão por parte da sociedade em relação à masturbação masculina, o que se enquadra no contexto da sexualidade feminina. Sempre existiu o temor de que se uma adolescente masturbar-se com objetos poderia perder sua virgindade, o que não é verdade, embora em raríssimos casos possa ocorrer uma ruptura do hímen. No entanto, a masturbação feminina tem representado uma espécie de libertação sexual e de alívio para muitas mulheres. Seja na busca do orgasmo que nem sempre é alcançado numa relação sexual com o parceiro ou então para o conhecimento do próprio corpo e até mesmo para preencher os momentos de solidão. Serve também como um complemento após o coito já que o prazer feminino é contínuo e mais longo do que o orgasmo masculino, o qual termina com a ejaculação. Assim, é possível que o sentimento de superioridade machista, ao lado das ideias religiosas, tenha reprimido tão severamente a masturbação das mulheres até os dias de hoje. Actualmente, muitos casais têm experimentado na masturbação mútua uma nova forma de prazer sexual. Seja como um método contraceptivo no período fértil da mulher ou para diversificar as relações sexuais, inclusive como uma preliminar, pois tem-se verificado que a observação de atos masturbatórios praticados pela mulher pode ajudar na excitação do homem. Sabe-se também que o tempo gasto numa masturbação feminina pode ser bem mais longo e muito mais intenso do que numa relação sexual com penetração, embora nem sempre a mulher tenha vontade de procurar o prazer sexual tocando no próprio corpo. E, ao contrário da masturbação masculina, em que o desejo sexual pode diminuir após a ejaculação, muitas mulheres ficam até mais excitadas depois que se masturbam, ao invés de se sentirem aliviadas, tornando-se, portanto, uma preparação para o sexo penetrativo.

Pompoarismo

O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfincter e dos músculos do períneo (no caso dos homens).

A prática do pompoarismo faz com que a pessoa aprenda e treine a musculatura tendo resultados mais rápidos. “Para isso, é importante a utilização de acessórios especiais, como o colar tailandês, as bolas tailandêsas, e as bolas ben-wa”.

Esta técnica traz benefícios para a saúde da mulher. O treinamento aumenta o tônus muscular na região genital, ajuda em problemas como incontinência urinária e fecal, no prolapso uterino, em algumas infecções reicidentes, prepara o canal para o parto, contribui na recuperação pós-parto, combate o ressecamento vaginal, aumenta a libido e facilita os orgasmos.

O pompoarismo se tornou um grande aliado para o prazer dos homens e mulheres, ajudando no aumento do prazer na relação sexual. As mulheres tem seu prazer garantido e ampliado pelo aumento natural do tônus muscular e da libido. Para os homens, a sensação se torna mais intensa. Dessa forma, o sexo se torna fantástico para os dois.

A prática do pompoarismo pelas mulheres as deixam com uma aparência jovial. A mulher que treina a ginástica

Dizem por aí que a prática do pompoarismo pelas mulheres as deixam com uma aparência jovial. Regina concorda com essa afirmação e explica que a mulher que treina a ginástica íntima se torna mais ativa, tem um aumento na liberação de endorfinas e melhora de sua disposição em geral. “Recebo constantemente e-mails de alunas que relatam, em paralelo aos efeitos esperados na força muscular e no prazer, maior disposição para se exercitarem além de estarem mais interessadas em cultivar hábitos de beleza e saúde, tornando-as mulheres muito mais atraentes

Chupitar - "sugar" e "mamar" o pênis com a vagina.

Estrangular - apertar o pescoço da glande com um dos anéis vaginais.

Expelir - forçar para fora o corpo do pênis, ficando somente a glande no interior da vagina.

Ordenhar - massagear o pênis de maneira ordenada, utilizando os anéis vaginais.

Sugar - introduzir somente a glande peniana na mulher, que tentará após isso sugar com a vagina o corpo do pênis.

Torcer - apertar e torcer o pênis com os anéis vaginais.

Travar - contrair a vagina de modo a impedir a saída do pênis.

Fetiches e Fantasias

A palavra Fetiche vem do francês fétiche, que por sua vez é um empréstimo do português feitiço cuja origem é o latim facticius "artificial, fictício. É a representação simbólica de penetração, com conotação sexual. Muitas pessoas tem ou já tiveram um “fetiche” específico, às vezes até já sentiram mesmo sem saber que o nome era fetiche. Um exemplo clássico e comum disso é o ato de fazer sexo oral, e também a utilização de partes do corpo como as mãos, os pés, as coxas, os seios, objetos e roupas eróticas para se excitar, até onde a criatividade permitir.

Já as fantasias sexuais envolvem não só coisas, mas pessoas e lugares específicos. Por exemplo, uma fantasia comum no meio feminino, diferente dos homens, que raramente têm fantasias de teor homossexual, é comum que as mulheres imaginem como é fazer sexo com outra mulher. Fantasiar a relação entre iguais é mais comum no universo feminino porque culturalmente é aceito que as mulheres troquem carinhos desde pequenas, ao contrário do que acontece com os meninos.

Uma variante menos comum é o desejo de fazer sexo com dois homens, mas, geralmente, elas preferem mais uma mulher.

As modalidades variam: algumas têm vontade de fazer com o parceiro só olhando, o chamado Voyeur, já a principal fantasia masculina, é o pai de todas as fantasias, o  threesome, mais conhecido como Menage a Trois, geralmente um homem e duas mulheres.

Outra fantasia muito comum já no meio masculino é o sexo com pessoas proibidas, como com a mãe do amigo, a irmã da namorada, a chefe do trabalho, a filha do vizinho, a melhor amiga da esposa. Muitos homens desejam secretamente as mulheres próximas a eles e a sua parceira e alimentam isso em suas fantasias sexuais. Resumidamente é isso, fantasia sexual é uma extensão mais ampla do fetiche, existem centenas de outras fantasias, dependendo da imaginação de cada um, em locais públicos, algemar, masoquismo, massagistas, enfim, vale desfrutar do prazer.

Troca de casais

Alguns prós e contras

Prós:

Conhecer pessoas diferentes, aumentar o ciclo de amizades e influências...

Não precisa ser necessariamente 2 casais (casados). Há casos de que pessoas como um casal já casado sai com um casal solteiro, ou mesmo os dois casais solteiros, entre amigos.

Contras:

Sigilo na troca de casais

Segredo e discrição pelo fato de existir certo choque de cultura, tradição, conservadorismo, conceitos...

Observações: Não é paixão nem amor, devemos lembrar que sair com outro parceiro não é se envolver se apaixonar e muito menos amar, pois está ciente de que não ficará para namorar outra pessoa, principalmente se o casal já é casado. Deve haver sim, sexo, respeitando os limites da outra pessoa.

Prática antiga

De acordo com Oswaldo Rodrigues, psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, existem diferentes tipos de casais. E não é de hoje que isso é assim: “A troca de casais não é uma novidade na história do ser humano. A prática do sexo na presença de outras pessoas deve existir desde que os primeiros grupamentos humanos surgiram, e antes do humano, os hominídeos deviam vivenciar algo semelhante”.E o especialista acredita que pode dar certo: “Se cada um dos dois envolvidos administra os sentimentos e emoções, ambos podem participar desta situação de sexo com outras pessoas”. Esse tipo de transa é uma possibilidade da espécie humana, e que ocorre em outras espécies animais, o que demonstra ser uma possibilidade animal, inclusive que facilitaria a diversidade genética na procriação, de acordo com Oswaldo. Por mais que pareça contraditório para quem não pratica, gostar de ver quem se ama transando com outra pessoa é muito excitante para os swingers. “Assistir a uma atividade sexual, mesmo de outros animais, é relevante para a excitação sexual. Desde as décadas de 1930 e 1940 pesquisas mostram isso”, diz Oswaldo. Isso porque o desejo é estimulado com a visão, sons e cheiros das atividades sexuais.

Parece fácil, que é só chegar na pessoa e pronto. Mas não funciona bem assim. Um casal tem que estar em comum acordo sobre o outro casal escolhido. Ou seja, você tem que gostar do marido do casal escolhido (e vice-versa), e seu parceiro têm que gostar da outra mulher, senão não vai rolar. Escolha feita é só partir para o ataque. A sugestão é que pelo menos se conheça bem pessoalmente com quem vai ficar, pois não é muito seguro se envolver já de cara com um casal que não se conhece pessoalmente, que manteve contato uma vez pelo bate papo na Internet, por exemplo. É Fundamental que se conheça os dois parceiros, para passar confiança e ter certeza de que realmente estão de acordo.

Swing

Todos os casais tem seus sonhos, fantasias e desejos escondidos dentro de si. Todos sabem que um relacionamento mesmo sendo sério, firme e, se coincidir, excitante, não barra nossa imaginação. Muito pelo contrário: uma vida amorosa e ativa estimula nosso lado criativo que, muitas vezes, fica escondido debaixo de medos e tabus. Em meio a suas viagens sexuais, você já deve ter se deparado com uma vontade imensa de experimentar outras sensações. quem sabe ficar com aquele(a) vizinho(a) interessante que insiste em exibir as formas do corpo delineado. Mas isto seria um absurdo e pura traição, não?

Mas saiba que, para muitos casais, relacionar-se com outras pessoas fora do casamento é comum. Aliás, é um estilo de vida cada vez mais respeitado e ganhando mais adeptos, chamado de Swing. Se você nunca tinha ouvido falar ou quer saber todos os mecanismos, regras e curiosidades desta modalidade sexual, prepare-se e entre neste mundo de fantasias e, acima de tudo, muita cumplicidade. Aos poucos vamos publicando matérias e temas abordando a fundo este tema. A princípio o que podemos dizer é que, com base  em pesquisas e estudos, de alguns anos para cá, o Swing está se tornando comum entre os casais, apesar de ainda ser algo muito polêmico e não aceito por algumas pessoas, pois envolve vários fatores de bloqueio, como timidez, ciúmes, conservadorismo e as vezes até casos como possessão.

Mas, assim como o tema LGBT está aumentando cada vez mais entre as pessoas aqui no Brasil, e lutando para acabar com alguns preconceitos e discriminações, o Swing também está vindo paralelamente para lutar contra tais preconceitos. O Swing, mais conhecido como troca de casais é um jeito diferente de encarar o sexo e, para muitas pessoas, é um novo estilo de vida. Mudar de parceiro, sexo em grupo de três ou mais pessoas, isso é muito comum entre alguns casais. Mas não pense que é só festa. Primeiro, estas trocas são feitas em clubes especializados ou em pequenas reuniões de amigos. Segundo a troca de casais é feita com discrição, respeito e, acima de tudo, cumplicidade. Segundo os praticantes deste tipo de relação, o Swing é uma forma excitante de chacoalhar a monogamia e acabar com a monotonia do casal. Muitos também afirmam que o relacionamento se fortalece, já que a confiança e a cumplicidade entre eles têm que ser e estar bem solidificadas.

Quando falamos em ménage, troca de casais ou swing, não devemos confundir com farra, bagunça etc. Pois o sexo feito consciente, levado a sério e com segurança, pode ser muito prazeroso a ambos.

Por se tratar de um assunto polêmico, deve ser bem esclarecido.

Primeiramente o swing deve ser um assunto debatido entre o casal, para não gerar controvérsias nem discussões, pois Swing não significa traição. Aliás, quando o casal adere ao swing, estão cientes de que ambos ficarão com outros parceiros, tudo com devida permissão, conversado antes.

Afinal, traição, é quando o parceiro fica com outra pessoa as escondidas, e o swing não, este é claro e transparente, de comum acordo. Podendo evitar até mesmo o grande número de divórcios pelo país, pois o casal sendo unido, ciente de que há amor entre eles, e que podem tornar a vida conjugal ainda mais prazerosa, sem rotinas, sem ressentimentos, sem medos de serem felizes e de saber que podem realizar e satisfazer suas fantasias sexuais, claro, com segurança, estarão sabendo lidar com as experiências da vida, com os problemas conjugais com mais facilidade, acaba-se tendo uma certa vantagem de acordo com o ponto de vista. É muito importante que conheçam o(a) parceiro(a) que vão sair, pois não vão estar transando somente com o marido ou com a esposa, é bom praticar sexo seguro sempre, deve haver diálogo sempre, seja com o conjugue ou com o(a) outro(a) parceiro(a).

Tipo e Estilos de Swingers

Voyeur

Aquele que só gosta de olhar. Raramente se envolve com outros casais, a não ser pela observação. Muitos casais são adeptos deste tipo, já que não há o contato físico e o tesão também vai a mil.

Menage

Sexo feito entre três pessoas. Uma mulher e dois homens, um homem com duas mulheres, etc.

Exibicionista

Ao contrário daquele que gosta de olhar, há aqueles que gostam de ser observados. As cabines envoltas por treliça servem pra isso. Enquanto um casal mais desinibido mostra sua performance dentro da cabine, os mais ávidos pela observação (voyeurs) divertem-se do lado de fora.

Swing seguro

Certificado SWC Swing Certificado: www.swingcertificado.com.br - Sistema de certificação unificada para segurança de swingers no Brasil, cataloga informações de participantes de swing com comentários e certificações de perfil e fotos. No site Swing Certificado qualquer participante de swing pode consultar o SWC de outros membros ou se cadastrar e ter o perfil certificado SWC após uma análise de perfil, fotos e confirmação de veracidade de informações por outros membros.